COMPARTILHE ESSA IDÉIA!!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

POEMA - CONSTANTE INCONSTANCIA

SAUDAÇÕES VIAJANTES!

Houve um problema no video do poema que fiz ( não me culpem, o programa que usei é horrivel, ainda estou aprendendo...rsrsrs, aceito dicas de programas...) que não esta sendo possivel visualizar muito bem as letras. Então aqui vai o poema em si!

Constante inconstância



Sou inconstante como as tempestades
Porem constantemente me sinto estagnado como um lago.
Sou inconstante como a crença no intangível,
Porem constantemente me sinto inabalável como a fé.
Sou inconstante como os ventos, os vendavais
Porem constantemente me tenho imutável
como o caminhar das estrelas aos olhos da Terra.
Sou inconstante como as marés,
Porem constantemente me sinto inalterável tal qual o correr do tempo.
Sou inconstante como todo ser humano
Porem constantemente me descubro infinito como o próprio universo.

Por:Ermes Le Fou


POEMA - CONSTANTE INCONSTÂNCIA (VIDEO)

SAUDAÇÕES VIAJANTES!

video

Musica e poema: Ermes Le Fou

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

POEMA - NOITE, NOITE, NOITE

SAUDAÇÕES VIAJANTES!


Noite, Noite, Noite



 
Noite, que esconde a face de meus sentimentos mais vis.
Que venda os olhos dos que já não querem
olhar de frente para o que realmente são.
Hei de embriagar-me de meus próprios medos
que escondidos sempre me acompanharam.
Hei de tentar-me com desejos
Que nunca imaginei que fossem meus...

Noite, noite, noite
Não sou teu filho mais querido
Nem teu amante mais ousado,
Mas eu meu peito arde incandescente paixão
Pelo seu manto de mistério e pecado.

Na calada de seu breu mais intenso
entregarei meu caminho em tuas mãos.
Em cada amanhecer clamarei por seu retorno
Junto aos seus enamorados serei mais um de seus adornos.

Noite, noite, noite...




Por:Ermes Le Fou

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

POEMA - LÁGRIMAS DO CÉU

SAUDAÇÕES VIAJANTES!


Lágrimas do céu

Lagrimas do céu
Ou será a lua quem chora
Descendo em um fino véu
Enquanto tímida aguarda a aurora?

Lagrimas do céu
Ou é a noite que esta aos prantos
Lavando as ruas desertas
Disfarçadas por seu manto?

São lagrimas sofridas
Ou lagrimas de comoção?
Será que chora por aqueles
Que se acham desprovidos de emoção?

Triste se compadece
Em seu pesar que já vem de outrora.
Lagrimas do céu
Ou será a lua quem chora?


Por:Ermes Le Fou


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

NOVO DESIGN !!!

SAUDAÇÕES VIAJANTES!


O MEU BLOG http://menestrelsonhador.wordpress.com/ ESTA DE CARA NOVA E ESTOU CONVIDANDO A TODOS PARA DAR UMA ESPIADA E CONFERIR!
QUERO ALGUMAS OPINIÕES SOBRE O QUE SERIA INTERESSANTE COLOCAR, SOBRE O QUE ACHARAM DO NOVO ESTILO E ALGUMAS DICAS DE QUEM JÁ É EXPERT NO ASSUNTO DE BLOGS PROFISSIONAIS PARA QUEM QUER PUBLICAR SUA CARREIRA MUSICAL! ^^
AGRADEÇO DESDE JÁ A ATENÇÃO!!
POSTEM AQUI SEUS COMENTÁRIOS.

GRANDE ABRAÇO!!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

GOSTOSO DEMAIS - ERMES LE FOU (DOMINGUINHOS)

SAUDAÇÕES VIAJANTES!



Essa é uma gravação caseira de minha interpretação da musica "Gostoso Demais" (Dominguinhos)
confiram!
Desde ja muito obrigado por ouvir!
Um abraço!!

domingo, 9 de janeiro de 2011

SEJA VOCÊ MESMO!!

SAUDAÇÕES VIAJANTES!


É prazeroso e complicado ser você mesmo. Todos sempre dizem: tenha personalidade, seja convicto, não faça o que foi previsto que fizesse, não abra mão de suas crenças. Mas é realmente difícil dar o primeiro passo para se desprender de toda essa carga moral e social que se impõe em nossas vidas. E poderão dizer: algumas pessoas simplesmente não tem um espírito forte o bastante para permitir que sua personalidade se sobressaia... besteira... isso é a mais pura besteira!
Todos podem fazer isso, todos tem a mesma capacidade inicial de fazer. Algo no trajeto da vida dessas pessoas serviu como um desvio em sua auto credibilidade e a opressão da idéia de que ser elas mesmas implicará em ter milhares de responsabilidades e uma porção de sapos para engolir é realmente assustadora. Mas aquela chama guerreira, aquela vontade ardente de ser visto e notado que esta dentro de todo mundo vive chorando como um bebê faminto e não desiste até você faça algo a respeito. É o momento em que você escolhe assumir todos os riscos de expor sua personalidade, ser amado por alguns e odiado por muitos, ou, sufocá-la completamente e sempre disfarçá-la quando ameaçar emergir. Ser “amado” por pessoas que não se importam sinceramente com quem você, além do que, elas nem sabem realmente quem você é, e não sentir o sabor agridoce de ser odiado por aqueles que sabem quem é você e praguejam contra sua coragem.
Existem poucos deleites maiores do que poder arcar com as conseqüências de ser você mesmo, mostrar quem esta por dentro da casca humana. Ter esse sentimento de total liberdade de dizer o que sente, de sentir o que quer e de querer o que lhe convém.
É certo pensar que todos têm algo a oferecer ao mundo, já que o mundo vai muito alem do que nossos olhos limitados podem ver, mas também é certo pensar, ou por que não dizer “saber”, que incansavelmente nascem mais e mais pessoas desinteressadas em expor suas personalidades, pessoas acomodadas que dizem não precisar mostrar-se ao mundo para se afirmar, mas por traz disso esconde uma carranca hedionda de medo. Medo de que ao dizer o que quer, ao pensar como quer estará sendo inteiramente engolido pela tristeza da rejeição.
O que nos aguarda para essa nova década? Eu sinceramente me assusto ao pensar com cautela a respeito. Algo parecido com “ Equilibrium – de Kurt Wimmer” ? Talvez....

Por :Ermes Le Fou

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CONTO - RECÉM NASCIDO

SAUDAÇÕES VIAJANTES!


Recém nascido


A grande chama vespertina se deitava sobre o horizonte como em seu ciclo natural mais um dia, e novamente Arthur sentia aquela fome percorrer-lhe as entranhas. Tem sido assim desde a noite em que havia encontrado Brigite naquela espelunca infernal que costumava freqüentar para sentir-se parte de sua sociedade fechada e seleta de adoradores da noite. Depois de ceder a cada capricho da garota que havia conhecido há miseras duas semanas, e de várias doses de vodka barata, reconheceu que aquele seria seu momento de agir, de mostrar sua habilidade como predador, seu charme de rapaz experiente nas artes da conquista. Brigite mostrara-se muito mais receptível naquela noite e como uma eximia jogadora o encorajava com toques e olhares incendiários. Quando a madrugada se encontrava em suas mais profundas horas a garota o convidou para encontrarem um local mais à-vontade com a proposta tentadora de mostrar-lhe algo que ele nunca esqueceria. No auge de seus 25 anos de vida Arthur sabia exatamente o que isso significava, e mais do que de imediato aceitou o convite.


Em uma ruela não muito longe dali, uma passagem estreita e obscura sem portas, apenas janelas no alto das grandes construções que se erguiam nas laterais e se encerrando em um beco sem saída, seus corpos ardentes de desejo se entregavam a volúpia do prazer que ameaçaram noite adentro, e seus beijos saciavam uma vontade que os consumia. Com uma voz sensual e incrivelmente dominadora, Brigite disse ao pé de seu ouvido:
- Oh Arthur, eu daria a eternidade a você se me prometesse que se entregaria aos meus desejos para todo o sempre...
Sem entender exatamente a indagação de sua amante, Arthur, entre beijos e caricias disse às palavras que mudariam para sempre o rumo de sua existência:
- Eu prometo que minhas caricias serão eternamente suas...
Se Arthur soubesse o que acabara de dizer talvez tivesse pensado um pouco mais antes de entregar-se ao desfecho que o aguardava.
Brigite o olhou fixamente com os olhos faiscando uma chama que Arthur desconhecia, como se procurassem a verdade em seu intimo, e depois de um sorriso de satisfação e excitação beijou-lhe o pescoço libidinosamente. Arthur sentiu- se em êxtase dominado por uma sensação de graça e prazer quando subitamente sentiu uma pontada aguda, dolorida como a mordida de um animal. A moça agora com o olhar compenetrado, avermelhado e luminoso havia cravado suas presas fundas na carne de Arthur que parecia perdido em todo aquele turbilhão de sensações. Ela drenava-lhe o sangue e lentamente apagava a luz de sua vida.
Arthur sentiu um torpor alevante, uma sensação de paz, apesar da dor já não sentia incomodo algum em sua recém situação. Em um sussurro prazeroso, Brigite encorajou-o levemente:
- Beba agora de mim meu filho, meu amante! Delicie-se com minha essência... E mordendo o próprio pulso despejou em sua boca gotas de seu próprio sangue avermelhado como o céu da aurora.
Arthur sentiu a dor da morte destruir-lhe o ser e arrancar cada traço de humanidade de seu corpo. Em espasmos agonizantes toda sua vida como a conhecera se encerrava ali. Estava indiscutivelmente morto.
Sem saber exatamente quantas horas decorreram desde aquele momento, Arthur despertou como se renascesse em um suspiro longo e revitalizador que o trouxe a tona todos os sentidos que até então haviam repousado em um sono de defunto.
As idéias se misturavam e embaralhavam umas nas outras alucinantemente não dando espaço para qualquer reação coerente. Estava deitando numa cama desarrumada e pequena em um quarto proporcionalmente minúsculo, com apenas uma escrivaninha ao lado do leito, uma porta rústica e uma janela que encontrava escancarada, oferecendo a visão de uma lua tão cheia e grande quanto jamais havia tido a chance de ver. Arthur mal percebeu o momento em que uma fome devastadora começara a tomar conta de todas suas vontades o deixando em um estado de frenesi incontrolável. Neste momento Brigite adentra o quarto, com um olhar fraterno e amoroso como o de uma mãe que vê o filho despertar de um longo repouso. Sua presença trazia uma inexplicável segurança a Arthur que mesmo assim permanecera ligeiramente alheio ao que estava a sua volta. Com uma voz suave ela diz olhando em seus olhos desnorteados:
- És agora minha cria, meu amante e filho da noite. Esta no topo da cadeia alimentar, entre a mais suprema das espécies. Não tenha medo do que está sentindo, logo se acostumará com sua nova condição. Esta dor que lhe faz agonizar em loucura é a fome. Fome do sangue dos humanos, mero gado que existe para nos alimentar e divertir. Agora és um predador e eu sua mestra. Irei lhe ensinar a viver neste novo mundo de escuridão que se abriu a você.
Arthur acostumou-se rápido com sua nova vida ao lado de Brigite, e tomou gosto pelo poder que agora corria em suas veias. Um predador nato, impiedoso e sagaz.
Mais um dia se esvai dando lugar ao fino véu da noite que cobre as ruas decadentes da cidade. A fome novamente toma conta de Arthur que olha entediado pela janela grande do quarto de pensão. Será mais uma noite de caçada, mas agora ele é o predador.


Fim


(Ermes Le Fou)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

SMALL TALK...

SAUDAÇÕES VIAJANTES!




Isto é um pouco diferente das coisas que costumo postar em meu blogg. Hoje eu irei falar um pouco sobre meus pensamentos, que na realidade não é tão fora assim do que me propus a fazer (podem olhar, está nas especificações do blogg...rsrsrs). Isto não é uma imposição de verdades nem mesmo “A” verdade absoluta. Talvez metade do que estarei falando aqui agora nem condiga com o que virei a pensar amanhã, mas achei que seria interessante compartilhar. Quem nunca chegou a um momento de sua vida em que tudo que você já fez parece não ter valia nenhuma para tudo que está fazendo no momento? É sim uma nova etapa de aprendizado, mas seguindo os protocolos tudo deveria seguir da seguinte maneira: vivemos uma situação; aprendemos; separamos o que nos será útil e descartamos o que será apenas um peso; usaremos o que foi mantido para superar os obstáculos e complementar os novos conhecimentos adquiridos. Mas nesse momento em particular de sua vida, as coisas que aprendeu não serão aplicadas; você está nu, despido de seus conhecimentos. Tudo é novo e assustadoramente intenso e tudo que você tem a fazer a continuar prosseguindo. Nada do que você aprendeu com toda sua experiência em ocorridos anteriores te prepararão para este momento peculiar da jornada. Porém,... Como sempre há um porém, existe algo que não poderá te abandonar por mais despido que esteja: a sua personalidade. Ela será como seu instinto. Ou será que podemos dizer que seus instintos dependem diretamente de sua personalidade?!
Explicando essa idéia, eu quero dizer que suas ações instintivas serão baseadas nos traços de sua personalidade. Uma pessoa nunca irá pular no mar instintivamente para salvar alguém se este ímpeto não estiver encravado em sua personalidade, mesmo que no âmago do mesmo.
Enfim, sua personalidade será seu único escudo e espada neste novo trajeto de seu caminho.
Mas eu acredito que isso não dure por um tempo muito longo, mesmo que seja difícil dizer exatamente o que é um tempo longo em se tratando de tempo de vida uma vez que isso é algo muito relativo, mas podemos colocar dessa forma e após esse “hard time” você irá ressurgir como um ser muito mais forte do que era antes de tudo isso ter começado.
Durante este tempo só o que podemos esperar é que as pessoas que amamos nos amem tanto quanto para nos esperar do outro lado desta situação que consome tanto de nós.
Concluindo, todos nós temos esses momentos talvez uma, duas, três ou quantas incontáveis vezes possam vir a ocorrer, mas nunca podemos nos esquecer de quem somos quando ele passar e nem deixar as coisas que ganhamos enquanto estávamos nessa transição de lado como uma etapa isolada de nossas vidas. As coisas que ganhamos na vida são poucas perto do que somos capazes de alcançar, o que nos faz completamente capazes de ir sempre mais alem do que imaginamos ser o limite. Toda etapa é um degrau para o patamar mais alto.

Por : Ermes Le fou